O frio não elimina os riscos do ambiente de trabalho
Quem atua em frigoríficos e câmaras frias precisa de um cuidado extra com a higiene para proteger alimentos e equipes.
Muita gente acredita que a temperatura baixa, por si só, mantém o ambiente seguro. Não é bem assim. A refrigeração desacelera a ação de parte dos microrganismos, mas não substitui a higienização. Em um frigorífico, onde se manipulam produtos cárneos o tempo todo, os riscos microbiológicos são constantes: resíduos de carne, sangue e gordura em superfícies, equipamentos e utensílios formam o cenário ideal para a contaminação. Quando a limpeza não é feita do jeito certo, o resultado pode ser grave, com problemas de origem alimentar que afetam consumidores e a reputação da empresa.
É por isso que a sanitização de frigoríficos precisa ser planejada e executada com rigor. O objetivo é reduzir ao máximo os agentes causadores de doenças, protegendo tanto o produto final quanto as pessoas que trabalham diariamente nesses ambientes — algo que vale para indústrias, distribuidores e açougues de Jundiaí e de toda a região.
Qual é o objetivo da sanitização?
– A sanitização busca eliminar as formas vegetativas dos microrganismos patogênicos e baixar os microrganismos decompositores para níveis considerados seguros, de acordo com as normas da vigilância sanitária.
– Além de tratar o problema presente, o procedimento funciona como prevenção, ajudando a evitar novas contaminações nas áreas de processamento e armazenagem.
As quatro etapas da higienização
– O processo completo é dividido em quatro fases: lavagem, enxágue, desinfecção e um novo enxágue.
– A etapa de limpeza começa com uma lavagem prévia usando apenas água, para retirar o excesso de resíduos. Em seguida vem a aplicação de detergentes, que soltam a gordura e a matéria orgânica aderida, e depois o enxágue para remover tudo o que foi desprendido.
– Com as superfícies limpas, entra a desinfecção. Nessa fase, o quaternário de amônio de 5ª geração e o peróxido de hidrogênio são empregados na sanitização de ambientes, equipamentos e utensílios, além da antissepsia dos manipuladores.
– Por fim, um novo enxágue completa o ciclo, deixando o espaço pronto para voltar à operação.
Seguir essa ordem é essencial. Aplicar desinfetante sobre uma superfície ainda suja, por exemplo, reduz a ação do produto, porque a matéria orgânica funciona como uma barreira entre o ativo e os microrganismos.
Pontos de atenção em ambientes refrigerados
– Mesas de corte, ganchos, facas, serras, esteiras e pisos estão entre as áreas que mais acumulam resíduos e merecem atenção redobrada.
– Os colaboradores também fazem parte do processo: mãos, luvas e aventais precisam de higienização adequada, já que a antissepsia dos manipuladores está prevista no próprio procedimento.
– Ter a sanitização feita por uma equipe especializada garante produtos regularizados, aplicação correta e registro do serviço, o que facilita o atendimento às exigências da vigilância sanitária.
A Detecta, com 35 anos de experiência da rede, realiza a sanitização de frigoríficos e câmaras frias em Jundiaí, Itupeva, Louveira, Cajamar e cidades vizinhas. Para manter seu ambiente refrigerado seguro, fale com a nossa equipe pelo WhatsApp (11) 97334-4025 ou pelo e-mail contato@detectajundiai.com.br.
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