Quando o assunto é dengue, circulam muitas informações pela internet, em grupos de mensagens e nas conversas do dia a dia. Algumas são úteis, outras são meias-verdades e várias simplesmente estão erradas. O problema é que acreditar em um mito pode levar a descuidos justamente nos pontos que mais importam para impedir a proliferação do Aedes aegypti.
Para ajudar moradores e empresas de Jundiaí e região a separar o que é fato do que é boato, reunimos quatro afirmações bastante comuns e explicamos o que está por trás de cada uma.
Mito 1: machos e fêmeas picam e transmitem doenças
Não é verdade. Somente a fêmea do Aedes aegypti pica e, portanto, somente ela pode transmitir doenças. Ela precisa do sangue de mamíferos para que seus ovos amadureçam. O macho, por sua vez, se alimenta de substâncias açucaradas, como néctar e seiva de plantas, e não tem interesse em picar pessoas.
Saber disso ajuda a entender por que o foco da prevenção deve estar na reprodução: cada fêmea que se alimenta de sangue coloca ovos em locais com água, dando início a um novo ciclo.
Mito 2: produtos com citronela resolvem o problema
Também não é verdade. Velas, incensos e outros produtos à base de citronela podem até ajudar a afastar os mosquitos por algum tempo, mas o efeito é passageiro e de intensidade incerta. Eles não eliminam o inseto nem impedem que ele continue se reproduzindo.
A medida que realmente faz diferença no combate ao mosquito da dengue é acabar com os criadouros, ou seja, não deixar água parada em nenhum recipiente.
Mito 3: no inverno não há risco de dengue
Errado. Nos meses secos e frios, os ovos do mosquito entram em uma espécie de dormência e podem permanecer assim por um bom tempo. Basta, porém, um dia mais quente seguido de chuva — ou até a rega do jardim — para que eles eclodam. Por isso, em locais específicos, pode haver infestação mesmo fora da temporada de verão.
A conclusão é clara: a vistoria de quintais, terrenos, pátios de empresas e outras áreas para encontrar e eliminar criadouros precisa ser constante, inclusive nas épocas de temperatura mais baixa.
Mito 4: a segunda dengue é sempre hemorrágica
Não necessariamente. É verdade que o risco de desenvolver a forma hemorrágica aumenta a partir da segunda infecção. Mas ela também pode ocorrer na primeira vez em que a pessoa contrai o vírus — e pode se repetir em outros episódios. Ou seja, nenhuma infecção deve ser tratada com descuido, e qualquer suspeita precisa de avaliação médica.
O que funciona de verdade na prevenção
Depois de derrubar os mitos, vale reforçar as atitudes que realmente protegem a casa e o ambiente de trabalho:
- eliminar ou tampar recipientes que acumulem água, como baldes, garrafas e pneus;
- manter caixas-d’água, tanques e cisternas bem vedados;
- limpar calhas e ralos com frequência;
- colocar areia nos pratinhos dos vasos de plantas;
- fazer uma vistoria semanal no quintal e nas áreas externas, durante o ano inteiro.
Em imóveis grandes, condomínios, fábricas e áreas com muitos pontos de acúmulo de água, o apoio de uma equipe especializada ajuda a localizar focos que passam despercebidos e a aplicar o tratamento adequado.
Conte com a Detecta em Jundiaí e região
Com 35 anos de experiência em controle de pragas, a Detecta faz o diagnóstico e o controle de focos de mosquitos em residências, condomínios e empresas de Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Louveira, Itupeva e cidades vizinhas. Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp (11) 97334-4025 ou pelo e-mail contato@detectajundiai.com.br.
Precisa de ajuda para resolver esse problema?
Converse com um especialista da Detecta e solicite um orçamento sem compromisso.





