Vespas costumam despertar medo — e com razão, já que algumas espécies ferroam com facilidade e defendem o ninho de forma agressiva. Ainda assim, elas cumprem funções importantes na natureza: assim como as abelhas, participam da polinização e ajudam a controlar outros insetos. São cerca de 30 mil espécies conhecidas, com maior concentração em regiões de clima quente, tropical e equatorial.
Em Jundiaí e região, é comum encontrar ninhos em beirais, forros, muros e árvores de quintais e áreas verdes. Saber reconhecer os tipos mais frequentes ajuda a avaliar o risco e a decidir o momento de chamar uma equipe especializada.
Vespas sociais – (família Vespidae, por exemplo, Vespula vulgaris)

Como identificar
- Abdômen com faixas pretas e amarelas, cujo desenho varia de espécie para espécie.
Como a colônia se desenvolve
- As rainhas jovens passam o inverno abrigadas no solo e, na primavera, saem para iniciar o ninho e fazer a postura dos ovos.
- No começo do verão surgem as operárias, fêmeas estéreis que assumem a ampliação do ninho, enquanto a rainha segue colocando ovos.
- No início do outono, novas rainhas e machos acasalam.
- Com a chegada do inverno, o ninho se desfaz: machos e operárias morrem, e somente as rainhas resistem até o ano seguinte.
Comportamento
- Colônias de porte médio a grande, que podem reunir até 25.000 indivíduos.
- Ninhos construídos em calhas, vãos de paredes, antigas tocas de roedores, troncos ocos e arbustos.
- Um ninho novo é feito a cada ano.
- Não formam enxames.
- Ferroam com rapidez e podem repetir o ataque várias vezes.
Vespões – (Vespa crabro)

Como identificar
- Inseto grande, que pode chegar a 4,5 cm.
- Asas em tom laranja-avermelhado.
- Abdômen alaranjado com faixas castanhas.
Como a colônia se desenvolve
- Os ninhos começam a aparecer na primavera.
- A maior parte dos indivíduos morre no fim do outono.
- Somente a rainha fecundada atravessa o inverno.
Comportamento
- Instala o ninho em locais protegidos, como troncos, arbustos, laterais de construções, galpões, sótãos e paredes ocas. O ninho é acinzentado, com aparência de papel.
- A colônia pode chegar a 700 operárias.
- Normalmente só ataca quando provocado, mas a ferroada é muito dolorosa. Pode morder e ferroar ao mesmo tempo e mobilizar a colônia inteira para defender o ninho, o que representa grande perigo para as pessoas.
- Alimenta-se de insetos vivos e de seiva de plantas, sem interesse pela comida humana.
O que é o manejo de vespas e abelhas
Para apicultores e agricultores, a presença de abelhas é bem-vinda, já que a produção depende da polinização. O problema surge quando esses insetos se instalam em locais de grande circulação de pessoas — praças, jardins, escolas, empresas, residências. Nesses casos, eles precisam ser retirados e levados para áreas mais adequadas. Esse trabalho recebe o nome de manejo.
O manejo reúne ações para resolver as infestações existentes e prevenir a formação de novas colônias, sempre com cuidado para não prejudicar o equilíbrio ambiental. Tentar remover um ninho por conta própria é arriscado: além das ferroadas, o ataque coletivo pode colocar várias pessoas em perigo.
Esse serviço deve ser realizado por empresas especializadas em controle de pragas, como a Detecta, e segue as regras da Lei Federal de Crimes Ambientais nº 9.605 e da Instrução Normativa nº 141 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
Manejo de vespas e abelhas em Jundiaí e região
Com 35 anos de experiência, a Detecta atende residências, condomínios, comércios, indústrias e áreas rurais de Jundiaí, Itupeva, Jarinu, Cabreúva, Campo Limpo Paulista e cidades vizinhas. Encontrou um ninho no seu imóvel? Mantenha distância e fale com a nossa equipe pelo WhatsApp (11) 97334-4025 ou pelo e-mail contato@detectajundiai.com.br.
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